Ministro do Evangelho

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

1o ENCONTRO DE CASAIS DA IEADTC EM REDENÇÃO!


ESTÁTUAS DE INSÍPIDO SAL!


Vós sois o sal da Terra. Se, porém, o sal se tornar insípido, como lhe restaurar o sabor? Séria questão. O que deveria dar gosto não tem gosto. Isto porque, claramente, a ênfase de Jesus não recai sobre todas as propriedades do sal, mas sobre o sabor. Com isto Jesus estava dizendo que ser seu discípulo é ser provado pela língua da alma do mundo e ter gosto de sal.

A real presença dos discípulos de Jesus no mundo deve ser discernida como um encontro com o sabor, com o gosto que se torna indispensável. Mas e quando o sal perde o sabor? Nesse dia até as areias que ficam perto da arrebentação das ondas do mar são mais degustáveis que o sal sem gosto; e que tornou-se, portanto, insípido.

É melhor comer terra pura, que sal insípido. Comer sal sem gosto é como chupar pedra-jacaré. É quando o sal se torna insípido que ele para nada mais presta, senão para ser pisado pelos homens! O sal insípido tem na mulher de Ló seu arquétipo maldito. Ela olhou para trás e virou estátua de sal...  e não só olhara para traz, mas ficara para trás... por contra própria.

No entanto, a imagem arquetípica é perfeita. Quando o ser humano deixa de olhar para frente se petrifica em sal do mar morto. Virar estatua de sal é o destino do sal que perde o sabor. O sal perde o sabor quando se nega a sua vocação, que é se dar. Assim deve ser a vida de um cristão. Um cristão que não saber doar-se naquilo que faz, e também doar aquilo que tem, é como o sal que se tornou insípido.

Estátuas de sal. É imagem do homem, porém é estatua de sal. Homens cristalizados... sal insípido. Como lhe restaurar o sabor? O que salva o sal é a sua dissolvência, aceitando a sua missão invisível de ser sentido sem ser visto; se não, vira monturo ou estatua de sal.

O sal tem que ter mais alegria em dar gosto do quem em ser visto. Se não for assim, não é sal...


Pense nisso!


Redenção
Ceará

19/12/2015